Havia um quartinho nos fundos que Melody logo descobriu se tratar de um depósito. Era um cômodo poeirento.
Não por negligência, mas por pouco uso. Era ali que se guardavam as coisas que não serviam mais, mas que também não se jogavam fora. Ferramentas, tecidos, botas gastas. Memória compactada em caixas.
Melody foi enviada ali por Ida, com uma instrução prática:
— Veja o que ainda serve... vou buscar uma vassoura.
Obedeceu.
Não porque gostasse de poeira, mas porque a tarefa dava ao corpo algo p