A ultima noite.
O jantar foi alegre. Pela primeira vez em dias, o cheiro de feijão com carne seca não carregava apenas necessidade — havia ali algo que lembrava lar. Os homens comeram rindo alto, cutucando-se entre histórias de outras marchas, outras paragens. Sam exagerava nos gestos, Peter limitava-se a negar com a cabeça, mas sorria. Billy cantava desafinado, Cal fingia não ouvir. Até Tom, o resmungão, parecia de bom humor.
Alguns decidiram, com a barriga cheia e a alma um pouco mais leve, encarar a água ge