17. UMA FÊMEA NA CASA DO ALFA
Raven
“Raven, me desculpa”, Sena murmurou dentro de mim, enquanto eu me sentava escondida em um canto da floresta chorando.
De verdade, eu não queria mais chorar, mas tanta impotência ia acabar me matando.
Meu ressentimento virou determinação, e no dia seguinte, assim que o sol nasceu, me esgueirei pra procurar o Alfa.
Estávamos na praça central, e eu observava a vida próspera e aparentemente pacífica dessa matilha, enquanto as escravas — que facilitavam a vida deles e serviam como criadas — so