Mais tarde, ainda inquieta, procurei por Nyra. Encontrei-a sentada perto da fogueira apagada, contemplando o céu.
— Não consegue dormir? — ela perguntou sem desviar o olhar das estrelas.
Suspirei e sentei-me ao lado dela.
— Não. Tem algo que eu preciso perguntar… mas é um pouco embaraçoso.
Nyra sorriu levemente, virando-se para me encarar.
— Pode perguntar, Sarah. Nada que envolva a vida de uma luna deveria ser motivo de vergonha.
Mordi o lábio, hesitante, mas então soltei as palavras de uma ve