Mundo de ficçãoIniciar sessão— Quando o perfume passa… a vergonha fica?
A pergunta de Alessandra entrou no meu ouvido e ficou lá, parada, como uma coisa sem coragem de cair. Eu podia ter desligado. Parte de mim queria. A parte rancorosa, cansada, humilhada, que ainda lembrava do celular de Leônidas plantado na minha bolsa, dos olhares na operação, das fofocas que ela ajudou a alimentar, da forma como ela me tratou quando achou que Mauro tinha virado prêmio perdido.Mas havia outra parte. A parte que tin






