É chegada a hora. Estou nervosa, ansiosa. Uma mulher da equipe se aproxima de nós, as cinco participantes, e nos entrega pequenos cadernos com canetas. Ela comunica que as conversas vão começar, que seremos conduzidas às cabines, onde encontraremos um ambiente relaxado. No entanto, nada daquilo me deixa relaxada. Eu vou conversar com um estranho, alguém que pode ser gentil comigo, ou talvez não. Talvez eu goste dele, ou talvez deseje fugir. Minhas mãos suam, e meu coração parece estar na boca.