Irina Petrova.
Os raios de sol começam a inundar o quarto, infiltrando-se pelas cortinas e espalhando uma luminosidade suave que pousa gentilmente sobre o meu rosto. Lentamente, desperto daquele torpor pós-noite, sentindo-me confusa e desorientada. Pisco algumas vezes, tentando afastar a sensação de enevoamento que ainda persiste em minha mente.
Levanto-me com cuidado, puxando a coberta que repousa sobre mim. Uma pontada de dor de cabeça me lembra que a noite anterior não foi apenas um sonho. A