— Não estou! — ela se afundou um pouco mais no banco. — Beleza, foi um encontro. Foi uma noite legal. Comida, conversa, e ele me deixou na porta de casa como um cavalheiro. Nada de mais.
— Tempestade? — Gabriel fingiu indignação, tamborilando os dedos no volante. — Eu? Nunca. Só estou exercendo meu direito de melhor amigo de saber o que está rolando na sua vida. Mas, sério, Elana, ele te deixou na porta de casa e “só isso”? Nada de convite para entrar, um beijo de boa noite, nada? — Ele lançou