Ela afundou no sofá, os ombros caídos como se o peso do dia finalmente a tivesse alcançado.
— Seu pai... — começou, com a voz suave e trêmula. — Meu marido, meu único companheiro para a vida toda... sentirei muita falta dele. — Seus dedos percorreram a borda de uma almofada, o olhar distante. — Esta casa, esta fazenda... era o sonho dele. Agora é só... silêncio.
Gabriel sentou-se ao lado dela, com a garganta apertada. Queria dizer algo para aliviar a dor dela, mas as palavras pareciam inadeq