A noite engolia a cidade, as luzes neon do bar clandestino agora apenas um brilho distante enquanto eu me preparava em um motel barato, o quarto impregnado com o cheiro azedo de mofo e desinfectante rançoso. O espelho rachado na parede refletia meu rosto pálido, os olhos verdes ardendo com uma mistura de medo e determinação, enquanto eu amarrava o cabelo em um coque apertado, o couro do casaco rangendo contra minha pele, cada movimento amplificando o peso do momento.
Minha loba rugia, um fogo