A névoa girava na clareira da floresta de cinzas, o ar gelado mordendo minha pele enquanto eu encarava Magnus, suas palavras.
— “Se quer seu filho de volta, terá que me dar algo em troca” — ecoando como um veneno em minha mente. Minha loba rugia, um fogo primal queimando no peito, mas um calafrio percorreu minha espinha, não apenas pela ameaça, mas por algo em sua postura: rígida, quase artificial, como se ele fosse uma marionete em cordas invisíveis.
Seus olhos dourados brilhavam na luz pálid