Maia
— Ele sabe o que faz, Maia. – Declarou Mikhail quando eu olhei incrédula para meu sogro. Tinha se passado uma semana, hoje era véspera de ano novo e Dmitry ainda não tinha voltado e meu sogro suspendeu as buscas.
— Ele é seu filho! – Gritei exaltando-me. A vontade era de acertar um tapa na cara de Aleksei que se voltou para mim após meu grito.
— Não preciso que me lembre disso. – Disse frio. O som da sua voz me dava nojo, mas seus olhos, tão parecidos com os do filho, me fazia arrepiar.
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