- Amo a sua boca! – Confessei perante o ato carnal, ela não parou de mover-se a minha frente. Agarrando o seu corpo com mais firmeza, estava quente, muito calor, sempre disseram-me que o inferno é quente, mas nenhum sexo, havia sido tão quente até então.
Abrindo a boca me deixando explora-la mais, e mais me mantive muito mais dentro dela, seu corpo fébril contra o meu, a madeira da comoda tremendo, lhe ergui nos braços caminhei sem direção pelo quarto, mordendo os seus lábios, ela os meus, não