Eu me deitei para as opções dele, na verdade, incrédula, mas me deitei, eu venderia o meu corpo, a minha alma se fosse preciso, pelo risco, pela opção, quando Kaled tomou posse do meu corpo, virei o rosto para o lado, ele não emitiu sons, mas obteve o que queria, o seu corpo movia-se sobre o meu, para quem já fez sexo com desejo, com amor, com paixão, agora conhecia o sexo pela necessidade, eu me rendi como uma mulher que se vende, que dá.
Entrei no banheiro, sentindo o meu corpo, expulsar o se