“Então me diga para parar.” Sua voz era um desafio, seus lábios a centímetros dos meus. “Diga que você não sente o mesmo, e eu paro.”
Olhei para ele, minha mente lutando contra meu corpo, mas não consegui dizer nada. O silêncio que se seguiu foi suficiente para que ele se inclinasse, seus lábios encontrando os meus em um beijo que não pedia permissão.
O fogo que eu tentara sufocar por semanas irrompeu. Minhas mãos agarraram sua camisa, puxando-o para mais perto com o mesmo desespero com que ele