Carlos riu, mas havia algo triste naquela risada. Ele passou uma mão pelos cabelos escuros, parecendo frustrado, mas não enfraquecido.
– Você está certa. Eu sou controlador. Posso ser egoísta e até um pouco bruto às vezes. Mas o que sinto por você... isso é tão fora do meu controle quanto o próximo amanhecer. – Ele deu um passo para trás, como se me dando espaço fosse a única forma de me provar algo. – Só quero que saiba que, com ou sem aliança, você já é parte de mim.
As palavras dele ficaram