Não sou o príncipe encantado que você merece...
– Carlos, por que me chamou aqui? – perguntei, um tanto cética, ainda tentando entender o que ele queria.
Ele então se virou devagar, a expressão séria no rosto, mas havia algo no olhar dele que me fazia sentir um misto de tensão e excitação. Ele levantou-se, deu um passo em minha direção e, com um gesto elegante, tirou uma pequena caixa de alianças do bolso do terno. A caixa de veludo preto contrastava com a luz suave do ambiente.
– Me dê sua mão, Cristina – ele disse, sua voz grave e baixa, c