APRIL
A conexão com Gabriel está mais forte do que nunca. É como se uma corrente invisível me puxasse para ele, como se seu desespero estivesse me chamando. Vou até a pia, jogo água no rosto e encaro meu reflexo.
— Minha cara tá um desastre... — murmuro para mim mesma.
Nesse momento, a porta do banheiro se abre, e Antonella entra com sua inseparável bolsinha de maquiagem. Ela sorri ao me ver.
— Mais calma, irmã?
Respiro fundo e dou de ombros.
— Um pouco.
Antes que eu possa reagir, ela me puxa p