Uma conversa definitiva...
Estevão
Estava sentado na poltrona, com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos entrelaçadas, observando Malu deitada de lado na cama. O frasco de calmantes ainda repousava sobre a mesa de cabeceira, como um lembrete incômodo do quanto o dia de ontem havia sido pesado. O rosto dela ainda estava um pouco inchado pelo choro. Passei uma das mãos pelo cabelo, sentindo o peso da frustração. Não deviamos ter nos beijado no estacionamento.
O meu pensamento era o mesmo: “Eu deveria ter me controlad