Maior que tudo...
Jaqueline
Eu soluçava baixinho com o rosto escondido no peito do Alexandre. Seus dedos afagavam os meus cabelos numa tentativa de me acalmar. A voz embargada do meu pai não desistia:
– Filha… olha pra mim, por favor.
Com os olhos marejados e o coração apertado, ergui o rosto devagar e limpei as lágrimas com as costas da mão tremendo e voltei a olhar para a tela do celular. Minha mãe estava com os olhos vermelhos de tanto chorar e o meu pai se sentou ao lado dela visivelmente emocionado.
– Eu te