Eu preciso sair...
Jaqueline
Meu coração doía por toda a confusão, pela situação em que o Alexandre estava e por tudo o que o nosso almoço havia se tornado. Aos poucos, minha mão foi até os cabelos dele e comecei a acariciá-los com leveza. Um gesto pequeno, mas cheio de amor e presença.
Ele não dizia nada, apenas jogou a cabeça para trás e se acomodou no banco com os olhos fechados. O silêncio foi bruscamente interrompido por gritos vindos da entrada do restaurante.
– Sua desgraçada! Gritava Fabíola.
A distância,