"Ele... ele vai mesmo me deixar morrer?".
Serafina se perguntou, com o olhar fixo no homem na cadeira de rodas, sentindo aqueles olhos frios cravados nela, sem nenhuma emoção.
O sequestrador vacilou ao ouvir aquela ordem clara, mas logo fechou a cara e moveu o dedo para o gatilho.
Um tiro se ouviu.
Um corpo caiu no chão.
Todo o galpão ficou em silêncio.
Serafina arregalou os olhos, sentindo o sangue quente respingar por todo o seu rosto.
Ela permaneceu imóvel, em choque, sem conseguir processa