Acordei com o calor do corpo do Caleb grudado no meu, o braço dele pesado e protetor me envolvendo pela cintura. Abri os olhos devagar e dei de cara com ele, deitado de lado, me observando com aquele sorrisinho preguiçoso que sempre me desmonta inteira.
— Bom dia, amor — ele disse, a voz grave, rouca, daquele jeito que arrepia até a alma.
— Bom dia — sorri, passando os dedos pelo cabelo dele bagunçado.
Ele aproximou o rosto, nossos lábios se tocaram num beijo lento, cheio de carinho, mas com aq