Caleb
Ela ainda estava perto. O gosto dos lábios dela ainda estava nos meus. O perfume ainda pairava no ar entre nós. Eu podia jurar que, se estendesse a mão, tocaria de novo aquele momento... mas Pamela deu um passo para trás.
— Caleb, é melhor eu voltar a trabalhar. — A voz dela saiu baixa, firme, mas com uma rachadura que só quem ama reconhece.
Meu peito apertou.
— Por favor, Pamela... não vai.
Ela virou de costas, os ombros tensos.
— Por favor, Caleb, me deixa em paz. Por favor.
Minha garga