Caleb
O pescoço dela cheirava a sabonete e desejo. Um cheiro limpo, quente, misturado com o vapor da banheira e a tensão que pairava entre nós desde o escritório. Encostei os lábios ali de novo, dessa vez com mais calma. Ela fechou os olhos, e senti o arrepio correndo pelo corpo dela.
— Caleb... — sussurrou, quase sem força.
— Eu tô aqui. — Minha voz saiu grave, baixa, quase como um sussurro em resposta ao dela.
Meu nariz deslizou até a curva do ombro, enquanto minha mão subia devagar pela coxa