Pamela
Depois do café da manhã de negócios com o Caleb, eu ainda estava meio elétrica. Era como se o sangue corresse mais rápido nas minhas veias. Eu tinha me esforçado para manter o inglês fluente, manter a postura séria, passar confiança ao lado dele — e no fim, deu tudo certo. O contrato foi fechado, os sócios ficaram satisfeitos, e Caleb, como sempre, parecia nascer para esse mundo dos negócios. Mas a parte que mais me marcou não foi o contrato em si. Foi ele me olhar com orgulho. Aquele ol