Na noite de domingo, em visita a Adriano Orleans, Bruno encontrou o fazendeiro sentado em um canto escuro de seu escritório, um copo na mão e uma garrafa de conhaque vazia pousada ao lado. Tão desnorteado como da última vez que o visitou, só que agora com a letargia do álcool nublando sua expressão.
— Tem visto e falado com Dalila? — perguntou sentando ao lado de Adriano.
— Não, mas amanhã irei à casa dos meus sogros para que assine o divórcio — respondeu erguendo-se ainda segurando o copo, mov