Joana fechou os olhos por um momento, absorvendo o toque e os beijos, seus dedos se espalhando pelo tórax forte, sentindo a pulsação constante e em sintonia com seu coração.
Moveu as mãos por dentro da camisa desabotoada, sentindo a textura de sua pele até chegar quase aos ombros. Foi quando sentiu a ferida no ombro direito, coberta por ataduras, e ouviu um urro baixo. Abriu os olhos e observou a face dele, percebendo o suor e a tensão, os sinais de dor que ele tentava ocultar.
— Max, sua ferid