POV: Aslin Ventura
Acordei com uma ardência no corpo que me fez franzir a testa. Cada músculo doía, como se tivesse sido atropelada pela vida. Minhas pálpebras pesavam, minha garganta estava seca… mas eu estava viva.
Ao abrir os olhos, vi o teto branco de um quarto de hospital.
E uma mulher de uniforme arrumando o soro ao lado da minha cama.
— Onde estou…? — tentei falar, mas mal foi um sussurro.
A enfermeira me olhou com um sorriso suave, embora cansado.
— Tranquila, senhorita. Não se esforce.