Não sei ao certo quantas vezes bebi de Krampus. Perdi a conta. Só sabia que, ao final, meu corpo estava saciado, mas minha mente ainda parecia flutuar entre a exaustão e o desejo. Ele me levantou como se eu não pesasse nada e me levou para o sofá. Sentou-se ali, e mais uma vez senti sua mão segurando minha nuca, guiando-me para o mesmo lugar.
— Você ainda quer mais, pequena alce? — ele perguntou, sua voz rouca, como se também estivesse exausto, mas incapaz de parar.
Eu não consegui responder com