O lobo inclinou-se, seu rosnado transformando-se em um som baixo e gutural. Ele passou a língua devagar, começando na parte mais baixa e subindo com cuidado. Meu corpo estremeceu, um misto de nervosismo e algo que eu não queria admitir. A sensação era quente, reconfortante, meu coração batia acelerado.
— Está tudo bem. — A voz de Krampus veio como um eco suave em minha mente. — Só relaxe.
O som do lobo era algo que nunca imaginei ouvir. Não um rosnado ou uivo, mas um choro suave, quase como o de