Narrado por Mariana
Desde o bilhete, eu não dormia direito. Por mais que o Rei dissesse que eu estava segura, que nada ia me acontecer de novo, alguma coisa no meu peito me apertava de um jeito estranho. Era como se eu sentisse que o pior ainda não tinha acontecido. E eu aprendi, na marra, que pressentimentos não devem ser ignorados.
Voltei ao hospital naquela manhã, tentando me focar nos pacientes, nas reformas que já tinham começado e nos equipamentos novos que chegaram. A equipe tá mais anim