Carolyn estava no chão, a poucos metros de Lucy, desmaiada, os arranhões em seu rosto sangrando levemente. William correu até ela, o rosto pálido de desespero.
— O que você fez, Lucy? — perguntou ele, tentando acordar a menina.
— Eu… — Lucy balbuciou, sem palavras. Queria machucar Carolyn, sentira a raiva pulsar, o poder vibrando em suas veias como fogo. Mas fizera isso mesmo? O aroma de jasmim pairava no ar, sutil, como se Amara a observasse.
— Não devia ter feito isso — disse William, erguendo Carolyn com cuidado e colocando-a numa poltrona.
— Eu não… — Lucy tentou explicar, confusa. Fechara os olhos, tentando se acalmar, enquanto Carolyn continuava falando, provocando. Então, ouvira o grito, e, quando abriu os olhos, Carolyn estava caída, as prateleiras da sala de aula tombadas ao seu redor. — Eu não sabia.
William trancou a porta, o olhar sério. Alguém começou a bater, vozes abafadas do outro lado, mas Lucy não ouvia. Estava perdida em sua mente, um filme de terror se desenrol