Lucy subiu ao quarto, parando na janela. A estátua, tão parecida com Amara, parecia observá-la. Pegou o diário de Bethany, o colar pulsando quente.
— O que você esconde? — sussurrou, fechando os olhos. Um vento frio tocou seu rosto, cânticos antigos ecoando em seus ouvidos.
— Lucy! — chamou Catherine, fazendo-a pular.
— O que foi? — perguntou, o diário na mão, o coração disparado.
— Tá com algum problema? — perguntou Catherine, notando sua palidez.
— Não. Pode me deixar sozinha, por favor? — pe