Os dias começaram a passar com uma tranquilidade que eu já não lembrava existir.
Todas as manhãs, Eleanor aparecia no meu quarto para verificar se eu havia tomado café. Logo depois, Lysandra insistia em me examinar, mesmo quando eu dizia que estava me sentindo bem.
— Você não é mais responsável apenas por si mesma — ela repetia com um sorriso. — Agora existem dois pequenos pacientes muito exigentes.
Aquela frase sempre me fazia sorrir.
Ainda era estranho imaginar que eu realmente seria mãe.