Eu ainda não conseguia entender.
Meu corpo estava exausto.
Meus braços tremiam depois de horas de dor.
Mas nada se comparava ao que acontecia dentro da minha cabeça.
Olhei para o pequeno menino nos braços de Kael.
Os olhos dourados.
Depois para a menina, tão pequena, com a lua crescente nas costas.
Minha marca.
Meu coração disparou.
E então aconteceu.
Uma dor atravessou minha cabeça.
Levei a mão à testa.
— Ayla? — Kael chamou.
Fechei os olhos.
E a lembrança veio.
Não como antes.