Kael não respondeu.
Seus olhos permaneceram presos aos meus, mas alguma coisa havia mudado neles.
Eu ia insistir.
Ia exigir uma resposta.
Mas uma dor atravessou meu ventre.
Levei imediatamente as duas mãos à barriga.
— Ah...
Kael se aproximou.
— Ayla?
A dor aumentou.
Dessa vez, não era como as outras.
Era forte.
Profunda.
Meu corpo inteiro ficou tenso.
— Kael...
Ele segurou meus braços.
— O que está acontecendo?
Tentei respirar.
— Acho que...
Outra contração veio.
Fechei os