Mundo ficciónIniciar sesión***CAPÍTULO 4***
CARLOS ADOMO NARRANDO Eu estava olhando para aquela mulher com raiva, eu não a conheço, como poderia afirmar que dormi com ela? e aquele peste do seu filho? Eu sempre usei camisinha, nunca em minha vida alguém me acusou de engravidá-la. Concei minha cabeça, não gosto dessa novela, eu olhei para sua barriga e revirei os olhos, lógico que não é meu filho. Entretanto, se eu não abrigar ela, irá fazer um escândalo para mídia e isso afetará meu trabalho. Não. Vou pensar num jeito de me livrar dela mais tarde, com toda certeza ela é uma golpista, cedo ou tarde irá aceitar algumas moedas que darei a ela. Golpistas são assim, se fazem de difícil, depois aceitam dinheiro. - Durma em qualquer quarto e fique a vontade. Eu tentei massagrar minha raiva enquanto vou ao meu quarto, maldição, maldição, maldição, andei um lado ao outro irritado, eu preciso conversar com alguém se não eu vou surtar, eu preciso processar, não, balada, foda aleatória. Peguei meu casaco e saí do meu apartamento, voltei para casa as 7h da manhã, eu estava louco de bêbado que fui para meu quarto descansar. - Minha cabeça. Reclamei indo para cozinha tentar achar café puro, quem inventou bebida? Eu parei na bancada ao ver café puro na cafeteira, havia cheiro de comida e bolo fresquinho, o que chamou atenção é o bilhete na geladeira. " Saí para resolver algumas coisas, volto ao anoitecer" - Maldita intrusa. Eu murmurei servindo café. - Maldito filho dela. Eu murmurei novamente, ficando cada vez mais com raiva, onde eu estava com a cabeça? Eu, Carlos Adomo sendo pai? Impossível, impossível, Impossível e impossível. Nunca em meus sonhos imaginaria este acontecimento, talvez eu devesse voltar no tempo e tentar me lembrar dela, como eu a conheci? Eu durmo com tantas mulheres que mal me lembro dos seus nomes, muito menos seus rostos. Bom, das prostitutas gostosas eu lembro perfeitamente, curvei um sorriso no meu rosto, prostitutas, boa ideia, procurei meu telefone e solicitei serviços, talvez assim eu me distraia dos meus problemas emocionais, terminei de beber café e fui tomar banho, saio rapidamente do meu apartamento e vou me divertir. Voltei novamente ao amanhecer, fui tomar banho e trocar de roupas, em seguida fui à empresa. - Ei cara. Alex atendeu no primeiro toque. - Chame os rapazes para nos encontrarmos na blue, tenho uma bomba para contar. Eu murmurei nervoso. - Fofoca? Estamos a caminho. Ele encerrou a ligação, peguei minha carteira e saí rapidamente do escritório, cheguei no clube o mais rápido que consegui, pedi uma bebida e aguardei eles chegarem. - Cara, estamos aqui há 20 minutos e você não abriu a boca, o que aconteceu? Anderson perguntou preocupado. - eu, ela, filho dela. Eu suspirei fundo confuso. - Não entendi nada, você está doente? Balancei a cabeça. - Uma mulher apareceu na minha porta com uma barriga enorme e disse que o filho é meu Eu falei tão rápido que precisei de um tempo para respirar direito, eles me olharam depois começaram a gargalhar, quando viram que não era piada, eles gemeram. - Parabéns. Alex disse só para me irritar. - Aquele filho não é meu. Eu falei irritado. - Sempre usei camisinha. - Cara, se uma mulher está dizendo... - Não vou assumir filho dos outros, eu não engravidei ninguém, aquele não é meu filho, eu não quero ser pai, eu tenho nojo. Eu suspirei fundo. - Você só poderá fazer teste de paternidade ao nascer a criança, até então... Eu bati a mesa irritado, porque eu? - Ela me ameaçou chamar a imprensa se eu a expulsar do meu apartamento. - Você está louco? Se for seu filho? Samuel murmurou. - Não é meu filho, eu uso camisinha. Eu murmurei de volta. - Espere a criança nascer e faça teste de paternidade de imediato. Alex sugeriu. - Enquanto isso? Eu perguntei. - Ature a mulher. Aturar? É difícil, eu não suporto aquela mulher. - Não quero. Eu não a suporto. Eu gemi petulante.






