23- GABI

CAPÍTULO 23

GABRIELA NARRANDO

Chegamos no morro dele e passamos pela contenção sem parar.

Ele subiu o morro e parou em frente a uma casa grande e bonita.

Desceu do carro, abriu a porta pra mim e cumprimentou os meninos da segurança.

Segurou na minha mão e fomos entrando.

De fora já dava pra ouvir o som alto de um pagode.

Chegamos na área da piscina — tinha banda tocando ao vivo, garçom servindo bebida e carne assada.

— Mãe, essa é a Gabriela. — ele falou, me apresentando pra uma mulher muito bonita.

— Muito prazer, senhora. — falei, cumprimentando com um beijo no rosto.

— Pode me chamar de Rosa.

Gabriela, tu é muito linda mesmo… bem que meu filho já tinha me dito isso. — ela disse, sorrindo.

Sorri sem graça.

— Fica à vontade, querida. A casa é sua. Senta aqui com a gente. — ela completou.

Sentei ao lado dela.

O povo era animado, a mãe dele um amor, simpática demais.

Depois o pai chegou, e ele me apresentou também.

Comemos, bebemos cerveja, e a tarde passou leve.

Tinha várias meninas
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