CAPÍTULO 11
GUGA NARRANDO
Quando cheguei no quarto e vi ela ali, deitada, toda frágil, com uma camiseta grande, eu confesso que o coração doeu.
Mas acho que já é tarde demais pra tentar consertar tudo que fiz com ela.
Sentei do lado da cama e ela me olhou assustada.
— Me perdoa, Gabriela. — falei, passando a mão no rosto dela.
Ela não respondeu. Só começou a chorar.
Eu a abracei.
— Me perdoa por todo o mal que já te fiz… e por não estar contigo hoje, quando tu precisou de mim. — falei e dei um