Ela pegou os remédios e engoliu com água. Por um instante, seu rosto pareceu ficar sereno.
— Não se desfaça dos cães — murmurou. — Eles não têm culpa de nada.
Fechei os olhos um segundo, respirando:
— Durma, Derringer.
Olhei para Marcelle, a fim de que entendesse que já tinha ficado tempo demais. Ela entendeu e se foi.
Caliana puxou o lençol com força, obrigando-me a soltá-lo. Depois se enrolou e sob ele, retirou o vestido, jogando no chão.
Não contive um sorriso irônico. Há minutos atrás