Mundo ficciónIniciar sesiónQuando alcancei a frente da Lamborghini, prendi a respiração. A parte do capô, do lado do motorista, estava destruída. O farol esquerdo estilhaçado. Era como uma pessoa carregando feridas que fazia questão de manter abertas. Cicatrizes que não queria que fossem apagadas. E não, não tinha sido eu a fazer aquele estrago. Pendurado no banco do motorista, tinha um blazer. Dei a volta e o toquei, me certificando, não só pe







