Mundo de ficçãoIniciar sessãoAugusto caminhava pelas ruas do centro financeiro, um lugar que, até quarenta e oito horas atrás, ele dominava como um rei. Agora, cada rosto que passava parecia carregar um julgamento silencioso. Ele não estava acostumado a ser um homem comum, a ter que olhar para os dois lados antes de atravessar a rua ou a esperar o sinal abrir como qualquer outro pedestre. A humilhação de ter sido escoltado para fora de seu próprio prédio ainda queimava em sua pele como uma queimadura de segundo grau.







