Mundo de ficçãoIniciar sessãoO escritório de Augusto Ferraz, que antes transpirava poder e sucesso, agora cheirava a desespero. As luzes estavam todas acesas, mas o ambiente parecia mergulhado em uma sombra permanente. Papéis estavam espalhados pelo chão, restos de tentativas inúteis de reconstruir um cronograma de pagamentos que não fazia mais sentido. Augusto observava a cidade pela vidraça, o reflexo de seu rosto mostrando olheiras profundas e uma linha de tensão que ele não conseguia disfarçar.
Lívia não estava m






