Alejandro
manhã em Guadalajara nasceu cinzenta, com a chuva fina da tempestade da noite anterior ainda insistindo em cair sobre o asfalto. Eu havia dormido pouco, atormentado por sonhos fragmentados onde o cheiro de lavanda de Rosário se misturava ao cheiro de pólvora e terra molhada.
Às sete da manhã, eu já estava de pé, vestindo um terno escuro, sem gravata, e com as mangas da camisa social levemente dobradas. O clima de negócios na fronteira exigia menos formalidade e mais imposição física.