Alejandro
O barulho de passos pesados ecoou vindo do quarto, seguido pelo som violento da porta da frente sendo arrombada. Eles já estavam dentro do nosso território.
Rosário arregalou os olhos, prestes a soltar um som de pavor, mas antes que qualquer suspiro saísse, levei minha mão espalmada até a boca dela, selando seus lábios. Encostei meu rosto bem perto do seu ouvido e sussurrei, a voz tão baixa que era quase um sopro:
— Não fala nada... Fica quieta. Silêncio.
O calor do meu próprio sus