Alejandro
Recuei o corpo contra o encosto da minha cadeira, sentindo o maxilar trincar. Passei a mão pelo rosto, respirando fundo enquanto a raiva misturada com a frustração tentava assumir o controle.
— Droga... isso é uma droga! — esbravejei em um tom mais alto, golpeando levemente a mesa com o punho.
Legalmente, o menino estava blindado pela estrutura de um grande empresário brasileiro. Arrancar aquela criança de lá agora, pela força, causaria um barulho internacional que eu não precisava,