Alejandro
O silêncio dentro da caminhonete blindada era quebrado apenas pelo ronco abafado do motor e pelo chiado intermitente do rádio no painel. Pela janela de vidro fumê, Medellín passava como um borrão de luzes distantes. À medida que nos aproximávamos da zona industrial, as avenidas movimentadas davam lugar a galpões silhuetados contra o céu escuro e ruas desertas, iluminadas por postes de luz amarelada e falha.
Olhei para o relógio digital no painel: 22:42. Estávamos adiantados, o que er