Narrado por Antonella Bellini
Eu me senti entregue à ousadia.
E naquela noite, eu podia extrapolar.
Queria mais do que o controle de sempre. Mais do que fingir que ser invisível era uma escolha estratégica. Saímos em quatro — Stephanie, e outras duas cujos nomes eu não me esforcei para decorar. Talvez não importasse. Entramos como quem não pede licença. A boate pulsava em vermelho e preto, uma selva de corpos bonitos, drinks caros e intenções torpes. Dinheiro? Todos tinham. Máscaras? Também.
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