KATH
Apesar do cheiro ter algo que me incomodava profundamente, havia também algo no fundo que não me era estranho, só que eu não saberia dizer.
— Por favor… deixe-me ir. Diga o que quer.
Ele se aproximou ainda mais de mim e senti um toque quente no meu ombro. Soltei um grito, tentei me desvencilhar, mas ele continuou lentamente e desenhar o meu corpo com a ponta dos dedos, indo para o meu pescoço e, entãoo, circulando-o com a mão.
— Tão fácil quebrar esse lindo pescocinho…— a respiração del